O segundo se cria sozinho!

_MG_0219 PEDRO_

 

Olá Mamães Toda hora, todas bem?

Ter filhos é uma experiência ímpar! Mãe que é mãe reclama, se cansa muito, porém não mede esforços para com seus pequenos. Quando parece que não temos mais força, surge sabe-se lá de onde uma energia extra que nos impulsiona e faz com que a gente resolva o que tem para resolver.

Num dia desses, fazendo a unha (sim, consigo – ainda – um tempinho para cuidar, pelo menos, da minha unha), falávamos da rotina de quem tem filhos. E como o Pedro normalmente me acompanha aos sábado nesse evento, ele se tornou o foco do nosso assunto.

É impressionante como o Pedro está se desenvolvendo bem e é impressionante como ele é “dado” com as pessoas.

Comecei a tentar puxar da memória como foi com o Léo, busquei nas minhas anotações. Me recordo do Léo ser simpático, bastante sorridente… Me lembro também, que ele começou a sentar aos seis meses na aula de musicalização, engatinhou muito pouco (quase nada) no início dos 9 meses e ao final já estava caminhando.

O Pedro é o sorriso em pessoa. Você olha para ele e ele já abre um sorriso banguela! Vai com todo mundo (por enquanto), se adapta aos ambientes, não gosta de barulho (apesar de eu ter criado ele sempre no meio da muvuca, pois o Léo é ligado no 440w), é tranquilo, porém de personalidade forte! Quando quer algo, já mostra seu desejo e não abre mão facilmente.

Mas porque o segundo se cria sozinho, no meu ponto de vista?

Porque não temos (pelo menos eu não tenho), o mesmo tempo, a mesma disponibilidade e nem a mesma exclusividade. Porque nossa preocupação está em como o mais velho vai reagir, em como ele está lidando com a presença do maninho… Porque procuramos dar mais atenção para o mais velho, que parece entender mais as coisas que o pequeno. Porque deixamos o mais novo com muito mais facilidade aos cuidados de outras pessoas (de confiança, é claro) para podermos dar conta do trabalho e de toda a gincana que fizemos quando temos mais de um filho. De fato, a logística é imprescindível.

O segundo fica menos no colo, fica mais no chão… Tenho a sensação que respeitamos mais o tempo do segundo. Estamos menos ansiosas, temos mais preocupações… Talvez, por dar mais autonomia para o segundo, tive ganhos no desenvolvimento dele. No final dos 4 meses estava sentando e com 5 meses engatinhando. Agora aos 6 ele já faz tentativas de se levantar enquanto engatinha e, quando chega próximo a um apoio ele consegue se erguer.

Com o segundo não nos preocupamos tanto em esterilizar as coisas, pelo menos percebo que sou mais desencanada! Não temos tanta frescura. Brinco que ele precisa, também, de vitamina “S” de sujeira para criar anticorpos! Isso não quer dizer que sou relaxada com  ele, só quero dizer que o segundo parece mais fácil de criar que o primeiro! Então, sou uma super incentivadora da maternidade e, para aquelas que desejam ter o segundo, contem com meu apoio. Eles são diferentes porque nós mães estamos diferentes e isso torna as coisas mais leves!

e para finalizar, gostaria de enfatizar que o amor que sentimos pelos filhos transborda a cada dia, mais e mais. Não há nada mais lindo e gratificante que a maternidade.

Um beijo enorme!

 

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