Volta às aulas!

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Olá Mamães Toda Hora, todas bem?

Sei que está difícil de eu publicar com tanta frequência. Sei que todas às vezes me justifico! Espero que entendam a minha adaptação a uma rotina power punk plus de 40h na faculdade, mais 10h no consultório e mais a rotina toda de ser mãe 24h por dia.

Bom, depois de me desculpar novamente e tendo em vista que terça-feira, dia de especialista, também não fiz postagem, segue a coluna da nossa parceira, mãe e fisioterapeuta Samantha Pecce.

O assunto escolhido por ela, é mais do que pertinente. Entra ano e sai ano, nossos filhos crescem e com isso mais responsabilidades, materiais…

Para o ano de 2017, quando fomos ver mochilas, procurei uma pensando em mim e no Léo. Como vou buscá-lo quase sempre a pé, queria uma em que eu pudesse usar nas costas para facilitar o carregamento de outras coisas que a escola manda ou até mesmo coisas pessoais e, que tivesse rodinha para que o Léo conseguisse transportá-la da melhor maneira possível.

Para a minha surpresa, o Léo prefere carregar nas costas e me preocupo um pouco em relação a isso!

Então mamães, aproveitem o texto abaixo!

Mil beijos

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E daí? Voltam as aulas e tudo o que vejo são pais, mães e alunos que voltam a reclamar da quantidade de material e do peso das mochilas.

Já sabemos que o peso da mochila não deve exceder 10% do peso corporal da criança que a carrega. Mas na prática não funciona exatamente assim.

Quando pequenos, podem utilizar as mochilas com rodinhas, que causa maior conforto, se utilizada corretamente. Mas, conforme crescem essa facilidade não os acompanha.

A orientação que se dá nesse momento é que as crianças e adolescentes utilizem as duas alças das mochilas nas costas, simultaneamente. E que a altura inferior da mochila não esteja abaixo da borda inferior do bumbum (ou seja, que as alças não fiquem muito compridas), pois o peso estaria se distribuindo de forma errada, sobrecarregando principalmente a região inferior da coluna (lombar) e, mais adiante, fazendo com que essa criança/adolescente compense essa sobrecarga fazendo muita força nos ombros e sentindo dor também na região superior da coluna (cervical).

Em algum momento eles passam a usar a mochila sobre um ombro só, para sentirem-se descolados. Essa é uma etapa onde a conversa deve prevalecer. A orientação é a melhor forma de conseguirmos que nossos filhos façam a adesão de boas práticas posturais. E, quando eles reclamarem de dor ou desconforto, vamos procurar mostrar as causas. Quem sabe assim, quando adultos, eles não precisem correr tanto atrás do prejuízo!

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Samantha Angélica Pasa Pecce é mãe de dois meninos. O Bruno, com 11 anos e o Theo, com 3. É fisioterapeuta, formada em 1995 pelo IPA de Porto Alegre, com especialização em ortopedia/traumatologia e atuação clínica há 21 anos em diferente áreas. Atualmente é docente da Faculdade Cenecista Bento Gonçalves – CNEC.

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